2.1.26

Stims XXI

Que saudade de morrer — a noite desce, 
por que nada que dói a gente esquece? 
Ah, que apoteose seria, que porcaria
gofar meu sangue em versos de alegria!

Que amargor me amarra a boca agora 
rezando baixo pela última hora, 
que ladainha sem fim, que rebordosa —
a vida é bela — eu sei — e mentirosa...

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