Que saudade de morrer — a noite desce,
por que nada que dói a gente esquece?
Ah, que apoteose seria, que porcaria
gofar meu sangue em versos de alegria!
Que amargor me amarra a boca agora
rezando baixo pela última hora,
que ladainha sem fim, que rebordosa —
a vida é bela — eu sei — e mentirosa...
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